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Corinthians fecha patrocínio para o clássico

Março 5, 2009 by Nilnews

A diretoria do Corinthians anunciou nesta quarta- feira um acordo de patrocínio de camisa para o clássico contra o Palmeiras, neste domingo, em Presidente Prudente, pelo Campeonato Paulista.

A Visa cartões de crédito e rede de pagamentos eletrônicos estampará o logotipo na camisa corintiana. A empresa, por meio da direção-executiva, emitiu comunicado que confirma o acerto para a partida deste domingo.

“Esta iniciativa liga a notoriedade da nossa marca com um verdadeiro ícone do futebol. Toda a atenção do futebol mundial estará voltada para o retorno de Ronaldo a um dos maiores clássicos do futebol brasileiro”.

A presença de Ronaldo, mesmo no banco de reservas, valorizou o espaço. Se o amistoso com o Estudiantes, da Argentina, em janeiro, rendeu R$ 250 mil, a expectativa é que dessa vez, com a presença do atacante, o clube possa arrecadar de RS 400 mil a R$ 500 mil.

Para o restante da temporada, está cada vez mais certo que o presidente do clube, Andrés Sanchez aceite os R$ 20 milhões oferecidos por uma rede de supermercados. O nome mais cotado para o patrocínio anual é do Carrefour. O  gerente de marketing do Corinthians, Caio Campos, que disse que o clube vai anunciar o principal patrocinador do clube para a temporada 2009 neste domingo.

Sydney Munn/JP

Agrishow aposta em pequeno e médio produtor

Março 5, 2009 by Nilnews

Luiz Aubert Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), aposta nas empresas de pequeno e médio porte para garantir o faturamento recorde previsto para a próxima edição da Agrishow. Neto destaca que programas de incentivo à compra de máquinas por pequenos produtores, como o Mais Alimentos, impediram a queda das vendas de máquinas superior aos 25% registrados em janeiro e motiva a contratação em empresas que produzem tratores de até 75 cavalos.

O volume financeiro previsto com a geração de negócios na Feira é da ordem de R$ 870 milhões, acima dos R$ 800 milhões levantados na edição de 2008, quando o agronegócio brasileiro vivia um forte momento de expansão e o setor de máquinas registrava vendas recordes.

Segundo a Abimaq, em meio à crise financeira, o pequeno e médio empresário não têm medo de investir. “Enquanto o grande está querendo se retrair, o pequeno e médio falam: ‘agora é minha hora’”.

A Feira tem, até hoje, 775 expositores confirmados, entre eles a Santal, empresa de implementos agrícolas que, ontem, solicitou uma ampliação de 50% para a área de ocupação na Agrishow.


Eduardo Daher, diretor executivo da Associação Nacional para Difusão de Adubo e Fertilizantes (Anda), também acredita no retorno dos investimentos. “Vai haver disputa para dar crédito”, disse ele ao revelar que as primeiras confirmações de presença da Agrishow foram feitas por cinco bancos.

A Agrishow 2009 será a última edição da feira em Ribeirão Preto (SP). No próximo ano, o evento tem nova casa: São Carlos, a 240 km de São Paulo e a 80 km de Ribeirão Preto. Para a realização da feira, a cidade vai receber R$ 53 milhões para investir em infraestrutura, como rede elétrica e modernização dos acessos à cidade.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, problemas com a estrutura do evento em Ribeirão Preto desagradavam os fabricantes de tratores. “Fizemos estudos em Araras, Piracicaba, São Carlos e até em Ribeirão Preto. A melhor proposta foi de São Carlos”, diz Aubert. Ele conta que a cidade carece de rede hoteleira para atender aos visitantes da feira. “Mas isso não impede a realização do evento.” Segundo ele, as cidades próximas podem resolver o problema, inclusive Ribeirão Preto.

O presidente da Abimaq diz que outro motivo para a escolha da nova localização é o fato de que São Carlos está sendo construída a Cidade da Bioenergia, uma parceira entre o Governo Federal, Embrapa e prefeitura municipal. Serão investidos R$ 80 milhões no desenvolvimento do projeto, dos quias R$ 50 milhões vindos do Governo Federal, R$ 25 milhões da Abimaq e R$ 5 milhões do município.

A Embrapa cedeu um terreno de 240 hectares na região para desenvolver projetos de agroenergia. A concessão é por 50 anos, renováveis por mais 50 anos.

(Sérgio Toledo – InvestNews)

Veja maiores e menores salários na adm pública

Março 5, 2009 by Nilnews

A Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão publica na edição desta quarta-feira 4 , do Diário Oficial da União, a Portaria 378, que traz o demonstrativo das maiores e menores remunerações da Administração Pública Federal, por órgão ou entidade, como determinado pelo Decreto 3.529 de 2000.

Anualmente, a portaria é publicada três vezes, trazendo valores brutos, sem incidência de descontos, impostos ou contribuições.

O levantamento, feito pela SRH, revela remunerações acima de R$ 24,5 mil, teto salarial da administração pública, equivalente ao subsídio de ministro do Supremo Tribunal Federal. Parte dos altos salários que ainda persistem na folha de pagamentos da Administração Pública é decorrente do pagamento de sentenças judiciais e se concentram nos servidores inativos.

Às remunerações dos servidores ativos é aplicado o Abate Teto, criado pela Lei 8.852 de 1994, que desconta dos contracheques os valores que superam o teto do subsídio do ministro do STF. Acima desse valor, o Sistema de Administração de Recursos Humanos – Siape – aplica automaticamente o corte na remuneração. Assim, atualmente, do total de 1,2 milhão de servidores, ainda existem no Poder Executivo federal, 129 servidores que recebem acima do teto, todos por força de decisões judiciais.

O caso de destaque na tabela publicada nesta quarta-feira, continua sendo o de um servidor da Universidade Federal do Ceará, que tem remuneração total de R$ 43.294,87. Sobre ela incide um corte R$ 18.794,87. O alto valor que esse servidor percebe é decorrente de sentença judicial que mandou incorporar R$ 33.610,15 à remuneração, originalmente de R$ 9.684,72.

O demonstrativo da SRH/MP lista apenas quatro casos de servidores que estão recebendo acima do teto constitucional, sem a incidência do corte. Isso ocorre porque a própria decisão judicial determinou, explicitamente, que não deve incidir o abate-teto no cálculo da remuneração.

O maior salário da Administração Pública Federal atualmente é o de um servidor do Ministério do Trabalho e Emprego, que recebe exatos R$ 29.372,54. Ele tem remuneração de R$ 17.674,62 à qual são somados R$ 11.742,85, por decisão judicial, com um corte de apenas R$ 44,93.

Os outros três servidores que ganham e recebem acima do teto constitucional estão no Centro Federal de Educação Tecnológica da Paraíba (R$ 26.852,12); na Universidade Federal de Minas Gerais (R$ 25.238,91); e na Universidade Federal de Uberlândia (R$ 24.979,28).

Mutirão da Comunicação em Porto Alegre

Março 5, 2009 by Nilnews

Com a intenção de produzir de forma coletiva novas propostas conceituais, metodologias e estratégias em busca de uma comunicação embasada na solidariedade, foi criado, em 1998, o Mutirão de Comunicação América Latina e Caribe. Idealizado pela Igreja Católica, neste ano o evento acontece entre os dias 12 e 17 de julho na Pontifícia Universidade Católica (PUC) em Porto Alegre.

“Começamos com um evento para pessoas ligadas à Igreja Católica, nosso público interno. Depois pensamos em ampliar a discussão e envolver toda a comunidade. Assim o encontro foi crescendo”, lembra o coordenador geral, padre Marcelino Sivinski, que neste ano espera a participação de 3 mil pessoas.

Após ter passado por cidades como São Paulo, Salvador e Belo Horizonte em edições anteriores, o evento chega ao solo gaúcho com a idéia de proporcionar momentos de intercâmbio, aprofundamento e reflexão sobre os temas ligados à área da comunicação. Para isso, são convidados a participar profissionais da área, estudantes e todos que possuem interesse pela questão.

Além dos seminários, assembléias e oficinas, os participantes do Mutirão poderão ver a discussão de produções acadêmicas ligadas à área da comunicação, apresentações artísticas e, também, uma mostra de arte sacra. “Queremos estimular as raízes, as culturas e as identidades”, pontua Marcelino. Além disto, jornalistas recém formados e outros interessados poderão participar do Refrescher, um encontro de atualização que atencede o evento e acontece entre os dias 9 e 11 de julho na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), em São Leopoldo.

Quem quer participar do evento, mas não domina o tema que vai ser debatido, pode contar com uma ajuda especial. A organização criou um Caderno de Estudos que pode ser solicitado através do site do http://www.muticom.org, mesmo local onde já podem ser efetuadas as inscrições. Cem mil cópias devem ser distribuídas somente no Brasil.

Caroline Scortegagna

Coca-Cola pede revisão de dívida de R$ 290 mi

Março 4, 2009 by Nilnews

A empresa paulista Companhia de Bebidas Ipiranga, um dos fabricantes brasileiros dos produtos da Coca-Cola, ajuizou nesta semana uma ação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) com pedido de liminar, questionando um débito relacionado ao Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de cerca de R$ 290 milhões.

A companhia paulista busca restabelecer decisão anterior sobre o mesmo tema do próprio STF, que reconheceu, em caráter definitivo, o direito ao crédito de IPI, relativo à aquisição de matéria-prima isenta de fornecedor estabelecido na Zona Franca de Manaus, para uso na fabricação de bebidas.

De acordo com informações divulgadas pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), são imunes ao IPI os produtos destinados ao exterior. Também é concedido, a título de incentivo às exportações, o direito à manutenção e à utilização dos créditos relativos às matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem adquirido para emprego na industrialização de produtos destinados à exportação.

A assessoria de imprensa da Coca-Cola do Brasil explicou que as empresas da Associação dos Fabricantes Brasileiros da marca são fabricantes autorizadas a produzirem a partir dos concentrados fornecidos pela Coca-Cola Brasil. Segundo a multinacional, no Brasil, são 16 grupos fabricantes, que não concorrem entre si, pois cada um vende em uma região diferente.

DCI

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Postado em America Latina, Consumo, Justiça

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